Quando um paciente chega ao consultório, pergunto: “Qual é a sua principal queixa?”

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A resposta pode ser dor, fraqueza, perda de equilíbrio ou dificuldade para se movimentar. Mas essa pergunta vai além de descobrir onde dói: busca entender como o problema interfere na vida do paciente.

A dor no joelho pode dificultar subir escadas. A dor no ombro pode impedir alguém de se vestir. A dor lombar pode tornar o trabalho mais cansativo. Por isso, a avaliação fisioterapêutica deve considerar mais do que o local da dor.

A dor é uma informação. Não é toda a história.

Avalio mobilidade, força, equilíbrio, controle do movimento e limitações funcionais para identificar o que pode estar contribuindo para a queixa.

Duas pessoas com dor no mesmo local podem ter necessidades diferentes e precisar de abordagens distintas.

O tratamento começa pela compreensão

Antes de definir exercícios ou técnicas, é importante entender:

O que você deixou de fazer por causa da dor?
Qual movimento se tornou difícil?
O que gostaria de voltar a realizar?

Essas respostas ajudam a direcionar um tratamento individualizado, com foco em movimento, funcionalidade, autonomia e qualidade de vida.

Sua queixa merece atenção

Uma limitação persistente não precisa ser aceita como parte da rotina. A avaliação permite compreender melhor o que está acontecendo e definir um cuidado adequado.

Meu objetivo é entender como a dor ou limitação afeta sua vida e ajudar você a se movimentar com mais confiança e independência.

Qual é a sua principal queixa hoje?

Se a dor, fraqueza ou falta de mobilidade interfere na sua rotina, agende sua avaliação fisioterapêutica.

Dra. Jaqueline Cavalcanti
Fisioterapeuta
Atendimentos individualizados em consultório em Santos, em domicílio e online.